Quantas coisas pra fazer
Tantas outras pra sonhar
Busco o sonho concretizar
O desejo incontido de amar
Amor daqueles que nascem e morrem todo dia
Porém jamais morrem
Apenas adormecem!!
Assim cumpre-nos ser!
Nosso destino é pela vida passarmos
Parece curto o lapso de tempo a nós destinado
São tantos silêncios
Tantos gritos
Por calar
Por falar!!
O infinito está no coração
è o que fica, permanece, perdura!
Ainda que dure um segundo!
Ah preciso amar!
Acreditar que sou amado!
Sonhar que nosso amor nunca perderá o pra sempre de vista!
Mesmo consciente que o "pra sempre sempre acaba"
Que morra, mas que ressuscite!
Mais forte, mais intenso, mais belo!
Mais nosso!!!
"Por que não morreria por ti? Afinal, que faço, a cada dia, senão ir morrendo?"
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
quinta-feira, 24 de abril de 2008
Fim de tarde
Saio apressadamente do trabalho. Dia cheio. Agência superlotada. A despeito da pressão e cansaço, é divertido. Sinto-me satisfeito no fim das contas. A expectativa do cair da tarde envolve meu espírito numa atmosfera de gozo. Prazer. Os primeiros passos fora da agência. Mais um dia vencido. É hora de calçar as sandálias da alegria. Descansar. Jogar conversa fora com os amigos. Tomar algo gelado. A lua desperta em nós o homem que sonha, ama, poetiza a vida. o dia estafante vale por esse momento de encontro e desencontro. Pronto. Estou com as forças renovadas!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
Silêncio
Caminhávamos em silêncio sob um ceú carregado. Á nossa volta, o verde das folhas tinha o tom grave dos finais de tarde, inda mais devido ao tempo nublado e escuro. Andávamos ora rápido ora lentamente.
Durante o período em que permanecemos calados, várias coisas, desconexas, passaram por minha mente. Lembrei-me das conquistas que alcançamos juntos. Quanto aprendemos um com o outro! Antes, agíamos quel adolescentes levados pelo calor do momento. Agora, contemplávamos pacientemente o crepúsculo. Outrora, o silêncio era-nos pertubador, na sua presença especulávamos, desesperadamente, a razão de ser dele: alguma coisa que fizemos ou algo não feito, uma maneira de falar ou de calar, um olhar diferente, displicente, etc.. Para toda atitude exigiamos respostas imediatas. Presentemente, ao menos na maioria das vezes, lidamos de maneira mais madura com as ações, faltas, ausências, silêncios e gritos de ambas as partes. A cumplicidade faz-nos mais fortes e a compreensão mútua tem feito nossos dias mais ditosos.
Vejo os dias chuvosos e cinzentos como um convite á interiorização. Eles são mais acolhedores do que os dias de sol, na sua presença o mundo parece ser menor e muito familiar. Ao contrário de alguns que dizem detestá-los, sinto-me mais próximo de mim nesses dias.
O dia chuvoso é poesia, é introspectivo.
Continuamos caminhando em silêncio. Naquele instante, senti-me completo! As palavras, as vezes, são dispensáveis. Nossos olhares bastaram. O discurso ideal para aquela ocasião.
Minutos depois nos despedimos com um abraço, um beijo e uma troca silenciosa de juras eternas de companheirismo.
Durante o período em que permanecemos calados, várias coisas, desconexas, passaram por minha mente. Lembrei-me das conquistas que alcançamos juntos. Quanto aprendemos um com o outro! Antes, agíamos quel adolescentes levados pelo calor do momento. Agora, contemplávamos pacientemente o crepúsculo. Outrora, o silêncio era-nos pertubador, na sua presença especulávamos, desesperadamente, a razão de ser dele: alguma coisa que fizemos ou algo não feito, uma maneira de falar ou de calar, um olhar diferente, displicente, etc.. Para toda atitude exigiamos respostas imediatas. Presentemente, ao menos na maioria das vezes, lidamos de maneira mais madura com as ações, faltas, ausências, silêncios e gritos de ambas as partes. A cumplicidade faz-nos mais fortes e a compreensão mútua tem feito nossos dias mais ditosos.
Vejo os dias chuvosos e cinzentos como um convite á interiorização. Eles são mais acolhedores do que os dias de sol, na sua presença o mundo parece ser menor e muito familiar. Ao contrário de alguns que dizem detestá-los, sinto-me mais próximo de mim nesses dias.
O dia chuvoso é poesia, é introspectivo.
Continuamos caminhando em silêncio. Naquele instante, senti-me completo! As palavras, as vezes, são dispensáveis. Nossos olhares bastaram. O discurso ideal para aquela ocasião.
Minutos depois nos despedimos com um abraço, um beijo e uma troca silenciosa de juras eternas de companheirismo.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Manhã chuvosa...
Que manhã maravilhosa! O silêncio dominante, interrompido por trovões e pelo som incessante da chuva, a temperatura amena, o vento leve e fresco, tudo a dizer da beleza da vida! Vida tão rica em possibilidades que após esse espetáculo trará o sol brilhante e o arco-íris multicolorido pra enfeitar meu coração e nosso quarto!! Viver vale a pena!!
Caminhada
Vivemos pra buscar algo supostamente digno de nossos esforços e atenção, esperando com isso chegar a algum lugar, por alguns chamados de felicidade, por outros, realização e, ainda, recompensa pelo sacrificio dispendido. Acontece, entretanto, nos decepcionarmos quando finalmente conseguimos alcançar o fim proposto, ou o que é mais frequente, perceber ser menos saboroso do que idealizávamos. E daí, resta-nos recomeçar outra busca. No fim, concluimos ser a estrada mais estimulante e desafiadora do que a chegada. O homem dito completo é vivo-morto. Devemos então desfrutar de cada detalhe ao longo dessa caminhada chamada vida!
Tempo...
O tempo é a matéria de que a vida é feita
É o senhor da existência
Destrói, impiedosamente, o que amamos
Coisas conquistadas com suor, sangue e lágrimas,
Ele apaga!
E delas ninguém se lembra
Nem você
Acho que nem eu!
É o senhor da existência
Destrói, impiedosamente, o que amamos
Coisas conquistadas com suor, sangue e lágrimas,
Ele apaga!
E delas ninguém se lembra
Nem você
Acho que nem eu!
quarta-feira, 9 de janeiro de 2008
Mundo vasto
Embora insignificante diante da imensidão infinita do universo
Carrego um mundo dentro de mim.
Sou vário, girando conforme a música.
Desejo antes de tudo conhecer meu mundo
Porque o córrego que passa na minha rua é mais belo que o Rio Amazonas!
Se sou abandonado pelo mundo infinito, tudo bem.
Mas se abandono o meu mundo, o mundo que sou,
Tudo passa a ser nada-inclusive o mundo infinito!
Carrego um mundo dentro de mim.
Sou vário, girando conforme a música.
Desejo antes de tudo conhecer meu mundo
Porque o córrego que passa na minha rua é mais belo que o Rio Amazonas!
Se sou abandonado pelo mundo infinito, tudo bem.
Mas se abandono o meu mundo, o mundo que sou,
Tudo passa a ser nada-inclusive o mundo infinito!
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